Este blogue foi criado por um grupo formado por quatro raparigas com a ajuda da sua professora de Área de Projecto. O blogue das portuguesas permite que vocês leiam a informação e esclareçam as vossas dúvidas acerca da disciplina de Língua Portuguesa do 8º ano !! Esperamos que gostem e nos visitem !!! Cristiana, Inês Fernandes e Marta.


quarta-feira, 6 de maio de 2009

Complementos



  • Complemento Directo - Representando por um ou mais substântivos ou por um pronome e indica-nos o ser ou o objecto sobre qual recai a acção que o verbo exprime. Quase sempre, para identificarmos o complemento directo, tentamos responder à s perguntas «O quê?» e «Quem?». Exemplo: O Miguel escreveu um postal.

  • Complemento Indirecto - Liga-se ao verbo através da preposição a, indicando-os o destinatário da acção expressa pelo verbo. Responde à pergunta «A quem?». Exemplo: O Miguel escreveu um comentário ao Pedro.

  • Complementos Circunstanciais - São advérbios, locuçãoes adverbiais ou conjuntos de palavras que exprimem as circunstâncias são as de tempo, modo e lugar (Quando?, Como?, Onde?), mas existem outras.

Assim temos:



  1. Causa - Ex: A Teresa tremia de frio.

  2. Companhia - Ex: Ela foi às compras com a mãe.

  3. Fim- Ex: Ele lê para se manter informado.

  4. Lugar - Ex: Aquele avião partiu da China e vai para o Japão.

  5. Matéria - Ex: Aquelas coisas são de madeira.

  6. Meio - Ex: Não gosto de viajar de barco.

  7. Modo - Ex: Os rapazes jogavam com entusiasmo.

  8. Tempo - Ex: Vamos viajar nas férias de Verão.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Predicado


O predicado, constituinte essencial da oração, é aquilo que se declara acerca de um sujeito.
O núcleo do predicado é sempre um verbo, daí que ele assuma formas diferentes, conforme a natureza do verbo.




  • Predicado verbal- É constituído por um verbo significativo, que podem ser intransitivos ou transitivos.

Verbos intransitivos — São aqueles que possuem sentido completo, não carecendo, por isso, de qualquer complemento.



  1. O meu sobrinho já nasceu.

Verbos transitivos —São aqueles que, possuindo embora significação, se revelam insuficientes para exprimir integralmente a acção, precisando, portanto, de ser completados.
Esse complemento pode ligar-se directamente ao verbo (complemento directo) ou por intermédio de uma preposição (complemento indirecto). Em alguns casos o verbo exige os dois tipos.




  • Predicado nominal- O núcleo do predicado é um verbo de ligação (verbo copulativo, ou verbo predicativo), sem significação definida, pelo que exige a presença de um elemento que lhe conceda sentido. Esse elemento designa-se predicativo do sujeito.
    Esta paisagem é bonita. ("bonita" - predicativo do sujeito)
Os principais verbos de ligação são: ser, estar, parecer, andar, continuar, ficar, permanecer...
Só o verbo ser é sempre copulativo. Os restantes são verbos de significação definida que, em certos contextos, perdem o seu sentido próprio e funcionam como copulativos.
Exemplos:


  1. O meu irmão está em casa. (verbo significativo)

  2. O meu irmão está doente. (verbo copulativo)
    Além dos indicados, há outros verbos significativos que podem ser usados como copulativos.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Sujeito

O sujeito é aquele que pratica a acção.

Tipos de Sujeito


Sujeito Simples:É expresso num só nome ou pronome.
Exemplos:

  • O meu cão brinca comigo.
  • Ele passou o ano.

Sujeito composto: É expresso, pelo menos, por dois nomes ou pronomes, separados por vírgula ou pela copulativa “e”.
Exemplos:

  • O cão e o gato gostam de brincar com as crianças.
  • O Pedro e a Maria passaram de ano.

Sujeito Subentendido: Não é expresso porque se subentende o agente da acção no verbo. Exemplos:

  • Fomos almoçar àquele restaurante.(Nós é o sujeito).
  • Comi quase tudo.(Eu é o sujeito)

Sujeito Indeterminado: Distingue-se do sujeito subentendido, visto o sujeito não interessar tanto quanto a acção em causa. É ela (a acção) que se torna o centro das atenções da frase:
Exemplos:

  • (...) Assaltaram hoje muitas lojas na baixa.
    Não só se desconhece o sujeito da acção, como aquilo que se pretende realçar é o assalto às lojas, o acontecimento em si.
  • Disse-se muita asneira naquela palestra. A partícula “se” denominada “índice de indeterminação do sujeito” tem o mesmo valor que a forma verbal na 3ª pessoa do plural na frase acima: o que interessa é a acção – o ter-se dito asneiras e não quem as disse.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Texto Poético

No texto poético, a subjectividade e a plurissignificação, isto é, os vários significados que uma palavra pode ter, ocupam um lugar especial. As frases são marcadas pelo ritmo e pela musicalidade.


  1. O verso é cada uma das linhas de um texto poético.

  2. A estrofe é o conjunto de versos separados graficamente por um espaço e que formam, geralmente, um sentido completo. As estrofes têm um nome, conforme o número de versos:
  • dístico – estrofe de dois versos
  • terceto – estrofe de três versos
  • quadra – estrofe de quatro versos
  • quintilha – estrofe de cinco versos
  • sextilha – estrofe de seis versos
  • estrofe de sete versos
  • oitava – estrofe de oito versos
  • estrofe de nove versos
  • décima – estrofe de dez versos


O ritmo resulta da disposição das palavras/sons do poema, pela alternância entre sílabas acentuadas ou fortes e átonas ou fracas.Não sendo indispensável ao texto poético, a rima, que é a correspondência de sons no poema, pode contribuir para o ritmo e memorização. Aos versos que rimam entre si chamamos versos rimados. Aos versos que não rimam chamamos versos brancos ou soltos

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Preposição

Preposição é a classe de palavras que liga palavras entre si; é invariável; estabelece relação de vários sentidos entre as palavras que liga. Sintacticamente, as preposições não exercem propriamente uma função: são considerados conectivos, ou seja, elementos de ligação entre termos oracionais. As preposições podem introduzir:


  • Complementos verbais: Obedeço “aos meus pais”.
  • Complementos nominais: continuo obediente “aos meus pais”.
  • Locuções adjectivas: É uma pessoa “de carácter”.
  • Locuções adverbiais: Naquele momento agi “com cuidado”.
  • Orações reduzidas: “Ao chegar”, foi abordado por dois ladrões.

As Preposições:
a, ante, após, até,com, conforme, contra, consoante,de, desde, durante, em, excepto, entre, mediante, para, perante, por, salvo, sem, segundo, sob, sobre, trás.

As preposições podem ser de dois tipos:

  1. Preposição essencial: sempre funciona como preposição. Exemplo: a, ante, de, por, com, em, sob, até...
  2. Preposição acidental: palavra que, além de preposição, pode assumir outras funções morfológicas. Exemplo: consoante, segundo, mediante, tirante, fora, malgrado...·Locução prepositiva·
Chamamos de locução prepositiva ao conjunto de duas ou mais palavras que têm o valor de uma preposição. A última palavra dessas locuções é sempre uma preposição:

Locuções Prepositivas:
por causa de, ao lado de, em virtude de, apesar de, acima de, junto de, a respeito de...


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

O Texto Dramático


O texto dramático é especificamente concebido com o propósito de ser representado perante um público. Portanto, a representação será o fim último e mais elevado deste tipo de texto.Há a considerar dois factores determinantes para o estudo das particularidades deste tipo de texto:



  1. Texto principal (réplicas ou falas, monólogos, apartes);

  2. Texto secundário (didascálias ou indicações cénicas: que fornecem informações sobre o cenário, movimentação e comportamentos das personagens em palco, informações para o encenador, etc...).
Quando se analisa um texto dramático, deve-se ter em conta:



A acção representada pelos actores (personagens do texto que interpretam) perante os espectadores.
Qualquer acção de um texto dramático pode subdividir-se em:




  1. Estrutura externa o texto pode ser todo único ou então dividir-se em actos (quando se muda de espaço/cenário), em cenas (entrada e saída de personagens) e em quadros (que incluem a série de acções desenroladas num mesmo cenário).

  2. Estrutura interna apresenta-se uma exposição (introdução de uma "história"), que terá uma curva ascendente de acontecimentos: o conflito (conjunto de acções que se vão sucedendo). Chegar-se-á a um clímax (ponto culminante da acção), que se desenvolverá numa curva decrescente até desembocar num desenlace ou desfecho (conclusão) da "história" inicial.

As personagens que apresenta três elementos a considerarem:




  1. Processos de caracterização directa, indirecta, auto caracterização);

  2. Relevo na acção (papel principal, secundário ou figurante);

  3. Concepção ou formulação (plana ou tipo e modelada ou redonda).


O Espaço: pode ser o da representação e o representado (na acção da peça).


O Tempo: pode ser o da representação e o representado (na acção da peça).


Modos de representação: monólogo, diálogo, apartes.


Intencionalidade do autor na concepção da obra: crítica, informativa, lúdica, pedagógica, etc...


Espécies do género dramático (em que a obra se pode incluir): tragédia, comédia, drama, farsa, teatro épico, etc

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Grau dos Adjectivos

Os adjectivos podem variar em género, número e em grau, aqui estão os graus dos adjectivos:

Normal: Usa-se para expressar que um ser têm um grau normal. É determinado só pelo adjectivo. Exemplo: "O José é alegre".

Comparativo de igualdade: Usa-se para expressar que um ser têm um grau de igualdade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: tanto... quanto,...assim como..., tão... quanto, ...do mesmo jeito que..., e outras variações. Por exemplo: "Fulano é tão alegre quanto o rapaz".

Comparativo de superioridade: Usa-se para expressar que um ser têm um grau de superioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: mais...que ou mais...do que. Exemplo: "José é mais alegre que Pedro".

Comparativo de inferioridade: Usa-se para expressar que um ser têm um grau de inferioridade a outro ser. Pode ser determinado pelas locuções: menos...que ou menos...do que. Exemplo: "José é menos alegre que Pedro".

Superlativo absoluto (analítico): Exprime um aumento de intensidade sobre o substantivo determinado pelo adjectivo, sem compará-lo com outros da mesma espécie. Exemplo: "José é muito alto".

Superlativo absoluto (sintético): É expresso com a participação de sufixos. O mais comum é – íssimo. Exemplo: “Trata-se de um artista originalíssimo”.

Superlativo relativo de superioridade: Exprime uma vantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "José é o mais alto de todos".

Superlativo relativo de inferioridade: Exprime uma desvantagem de um ser entre os demais da mesma espécie. Exemplo: "José é o menos alto de todos".